Arquivo para maio, 2012

Vida Tirana

Posted in Poesias on maio 30, 2012 by sinistrum

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Mundo desgraçado! É mortificante habitar em ti

Repleto de sociedades tiranas

Envolvidas pelo ar negro da ignorância

Já não tenho outra saída a não ser desistir

 

Tabus degradantes e totalmente distorcidos

Envergonham a liberdade que nos pertence

Propagando o absurdo

Despertando em disparata o descabido

 

Caos e revolta por toda parte

Destroem os últimos sentimentos cravados em nós

O desespero se revela a cada segundo vivido

E as guerras louvam o medramento  de sua arte

 

A morte firma-se num consolo eterno

Pois o sossego inexiste nesta vida

O sangue banha-nos diante dos gritos inquietos

Que integram e realizam o verdadeiro inferno.

 

 

By: Aclahd Manson

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Tormento Eterno

Posted in Poesias on maio 30, 2012 by sinistrum

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Num surto inquietante de sentimentos

Olho inesperadamente para o meu interior

Enxergo o caos que em mim reside

E todas as destruições causadas por esta dor

 

A árdua existência que antes apresentava

Já não atende aos meus lamentos incessantes

Dessa forma estou condenado

À uma vida desgraçada e consternante

 

Meu corpo se desfaz aos poucos

Como uma vela prestes a se acabar

Os olhos me lavam com sangue negro

Que não para de jorrar

 

A escuridão envolve-me violentamente

Apagando-me deste mundo

Extinguindo tudo a minha volta

Sentindo-me agora num poço sem fundo

 

No lugar onde antes existia um coração

Só há cinzas e destroços

Do que pra mim seria as últimas esperanças

De finalmente usufruir de sentimentos ociosos.

 

By: Aclahd Manson

Lord Kürten

Posted in Divagando, Imagens on maio 28, 2012 by sinistrum

Lord Kürten

Um desejo sublime de viver eternamente a minha sub-cultura, a minha vontade livre de expressão. Estar entre aqueles que já sentem na alma o gosto de ser eternamente da noite!

Sonhos, um anúncio!

Posted in Cultura, Divagando, Poesias on maio 28, 2012 by sinistrum

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Hoje acordei assustado, com calafrios, senti na espinha algo intenso.

Despertei com o impacto de um sonho no qual me perdi,

nao entendi bem, mas senti como se eu estivesse incompleto.

Um pedaço da minha alma se partindo e deixando-se levar por trevas ao além…

A morte, que mata o gato, o rato e o homem, me fez sentir como um ser sem alma, alguém que perdeu tudo.

Senti que ela me abriu os olhos no momento em que eu me deparei com ela em meu sonho.

Mas como irei deixar de vê-la. Se todos os dias em que acordo, levanto assustado por ter me encontrado com ela em suas diversas formas…?

Tenho medo de ser um anuncio de sua chegada, e por assim for, receio que meu futuro nao será muito longo, popricio a novos momentos e alusões junto a meus amigos…

Estes, sofro mais, por ver que mesmo que minha passagem seja rápida, irão ter que passar por um momento de dor. O bom é que é breve, e logo esquecerão….

Oh morte, por que me atormentas assim? Quais tuas intensões em passar-me tuas mantas em meus sonhos… Eis a pergunta. Eis a dúvida. Eis o meu fim?…

 

By: Lord Kürten

Dor e Aflições

Posted in Poesias on maio 25, 2012 by sinistrum
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A chuva cai lá fora, surrando, sem piedade o telhado…
Raios e trovões cortam a escuridão do céu…
Como a tempestade está o meu ser, pois há muito tenho
vivido nas profundezas masmorras, gélidas e escuras do meu
coração…
Quanto mais eu poderei suportar?
Eu quero liberdade. Eu quero ser amado.
Por que ninguém me vê?
Há tristeza em meu olhar…
E a dor aguda do vazio, me atormenta a todo instante…
Como uma ferida aberta que nunca cicatriza.
Tantos sentimentos contraditórios… Dúvidas…
Emoções que jamais vieram à tona…
Palavras que nunca foram pronunciadas…
Seja por orgulho, por medo ou mesmo por não se importar…
Sempre racional… Previdente…
Laboriosamente sendo consumido pelo fel da solidão.
Uma torrente de lágrimas transborda em meu olhar.
Inundando-me por dentro… Torturando meu coração…
Como a chuva lá fora, que cai insistentemente batendo
na minha janela eque surra cruelmente o meu telhado…
Em meio a tantas agruras e aflições não posso enxergar uma
luz no fim do túnel.
O grito inaudível e preso na garganta…
O choro reprimido… Inconsolável… Silencioso e amargo…
Serei eu mais uma vítima do jogo do destino?
Um corpo sem alma…
Estou preso nessa teia de sentimentos, sacrificando-me por
meio de cada dia vivido.
Afogado em mágoas e rancores…
Sofrimentos e tristezas…
Uma vida não vivida…
De passado amargurado…
Com um presente solitário
E um futuro de morte… Inteiramente submerso em dor.
 

 

                            By: Aclahd Manson

Vampyrica – Theatres des Vampires

Posted in Divagando, Poesias on maio 24, 2012 by sinistrum
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Nessa noite… eu sinto sua respiração
Nessa noite… eu ouço sua voz
Quando você caminha pelo meu caminho obscuro, ama como um banho de sangue
Outra visão… outros olhos, sado-encadeamento vampírico
Vampyrica
Sua dor… você não quer isso
Você quer…você quer outra vida
Quando você caminha pelo meu caminho obscuro, ama sem ouvir
Outra vida, outro poder, uma transformação vampírica
Quando você caminha pelo meu caminho de sangue, ama como um banho de sangue
Quando você caminha pelo meu caminho obscuro, ama sem coração
Vampyrica
 
L’essenza di un vampiro vero, la bellezza di essere tra la vita e la morte. La seduzione della voce che ti ispira e ti fa realizzare i vostri desideri più profondi. Buona notte, le mie creature!

MAGIA …. A Sabedoria Antiga

Posted in Imagens on maio 17, 2012 by sinistrum

MAGIA .... A Sabedoria Antiga

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