Archive for the Poesias Category

Solidão

Posted in Divagando, Poesias on agosto 17, 2012 by sinistrum
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Estou so, minha alma esta em pedaços…
o peito aperta machucando o caração,
a vida que segue seus traços,
como se viver fosse obrigação.

Não há razão na luta, o fim está perto.
as coisas estão pesadas, e a dor é forte
o caminho sem direção nesse deserto
não passa de atálhos para serena morte.

Por que viver nessa tristeza sem fim?
o que fazer para tirar essa dor?
meu coração ja não faz parte de mim.
tudo isso é por causa do amor?

Vivendo só em meio a multidão,
cade você quando eu mais preciso?
onde está aquela emoção?
cade você, cade teu sorrizo?

Eu ja não sei o que acontece,
essa dor que me dar calafrio,
meu peito sangra, minha alma padece,
meu rosto esta firme, mas eu rio.

By: Ax Silva Sousa

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Lemuria

Posted in Cultura, Divagando, Filosofando, Literatura, Poesias on julho 25, 2012 by sinistrum

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No oceano, profundamente abaixo
Sob as bravas ondas, envolvidas nas memórias você encontrará.
Navios destruídos, todos foram desencaminhados.
Capitão, você encontrou
A terra de Mu, o Eldorado para os marinheiros?
Ou você afundou-se nos sonhos
E perdeu seus navios na sinfonia das sereias?

Quando o marinheiro velejar para longe
Ele mostrará que o sonho de Lemuria é real
Uma terra perdida que ele encontrará novamente
Ouça o chamado da canção das anemonas nas profundezas
Você ousa entrar no navio?
Ouça o chamado de baixo,de um mundo subaquático
A terra de Mu é perto das estrelas
E nos braços do mar você viverá hipnotizado.

Chamado de Narayana,o sete-cabeças adormecido
Em Lemuria,levante-se!
Therion-Lemuria

Luna

Posted in Cultura, Divagando, Poesias on junho 15, 2012 by sinistrum

IImagemIn tempi di oscurita, ecco mi sembra qualcosa che ilumina la strada buia

L’unica luce che riflete i miei pensieri, un momento di estasi profonda, oltre a me, il mio corpo e la mia anima.

Il vero volto della bellezza, quella che mostra come siamo veramente.

Nel buio ci fa vedere chi siamo veramente sentire e tenere.

Potrebbe essere questa la fonte principale di tutta la mia poesia, le forze di modo che io possa avere dei sentimenti?

Oh luna, tu sei così bella, che mi conforta, mi calma e mi fa sapere che io non sono sola! Buona notte! …

By: Lord Kürten

Lótus – Tristania

Posted in Divagando, Poesias on junho 1, 2012 by sinistrum
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Quando a manhã chora
E o céu está próximo
E a estrada que você escolhe
Por minha mão é conduzida
Na luz da manhã
Tudo está limpo e feito
E as teias de aranha
Brilham como fios de prata

 

Mas você não deve temer o escuro
Eu irei vigiar seu sono
Enquanto não chega a manhã
Toda ferida tem perdido a cor
Eu irei, eu irei…
Eu irei vigiar seu sono

 

Me lidere, por favor me guie
Me desacorrente, me desamarre
Eu vejo sua sombra se sacudir na parede
Mas não consigo ouvir sua voz quando chama
Podes diferenciar sonhos da realidade?
Podes diferenciar sentido da insanidade?
Ás vezes tudo derrete e se mistura com meias-mentiras
Meias-mentiras
 

Vida Tirana

Posted in Poesias on maio 30, 2012 by sinistrum

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Mundo desgraçado! É mortificante habitar em ti

Repleto de sociedades tiranas

Envolvidas pelo ar negro da ignorância

Já não tenho outra saída a não ser desistir

 

Tabus degradantes e totalmente distorcidos

Envergonham a liberdade que nos pertence

Propagando o absurdo

Despertando em disparata o descabido

 

Caos e revolta por toda parte

Destroem os últimos sentimentos cravados em nós

O desespero se revela a cada segundo vivido

E as guerras louvam o medramento  de sua arte

 

A morte firma-se num consolo eterno

Pois o sossego inexiste nesta vida

O sangue banha-nos diante dos gritos inquietos

Que integram e realizam o verdadeiro inferno.

 

 

By: Aclahd Manson

Tormento Eterno

Posted in Poesias on maio 30, 2012 by sinistrum

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Num surto inquietante de sentimentos

Olho inesperadamente para o meu interior

Enxergo o caos que em mim reside

E todas as destruições causadas por esta dor

 

A árdua existência que antes apresentava

Já não atende aos meus lamentos incessantes

Dessa forma estou condenado

À uma vida desgraçada e consternante

 

Meu corpo se desfaz aos poucos

Como uma vela prestes a se acabar

Os olhos me lavam com sangue negro

Que não para de jorrar

 

A escuridão envolve-me violentamente

Apagando-me deste mundo

Extinguindo tudo a minha volta

Sentindo-me agora num poço sem fundo

 

No lugar onde antes existia um coração

Só há cinzas e destroços

Do que pra mim seria as últimas esperanças

De finalmente usufruir de sentimentos ociosos.

 

By: Aclahd Manson

Sonhos, um anúncio!

Posted in Cultura, Divagando, Poesias on maio 28, 2012 by sinistrum

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Hoje acordei assustado, com calafrios, senti na espinha algo intenso.

Despertei com o impacto de um sonho no qual me perdi,

nao entendi bem, mas senti como se eu estivesse incompleto.

Um pedaço da minha alma se partindo e deixando-se levar por trevas ao além…

A morte, que mata o gato, o rato e o homem, me fez sentir como um ser sem alma, alguém que perdeu tudo.

Senti que ela me abriu os olhos no momento em que eu me deparei com ela em meu sonho.

Mas como irei deixar de vê-la. Se todos os dias em que acordo, levanto assustado por ter me encontrado com ela em suas diversas formas…?

Tenho medo de ser um anuncio de sua chegada, e por assim for, receio que meu futuro nao será muito longo, popricio a novos momentos e alusões junto a meus amigos…

Estes, sofro mais, por ver que mesmo que minha passagem seja rápida, irão ter que passar por um momento de dor. O bom é que é breve, e logo esquecerão….

Oh morte, por que me atormentas assim? Quais tuas intensões em passar-me tuas mantas em meus sonhos… Eis a pergunta. Eis a dúvida. Eis o meu fim?…

 

By: Lord Kürten